Inteligência aponta planos de fuga ou atos ilícitos, e Seap reforça segurança de muralhas de cadeias de Manaus

Inteligência aponta planos de fuga ou atos ilícitos, e Seap reforça segurança de muralhas de cadeias de Manaus

Em nota, órgão anuncia que reforço na segurança externa de todas as unidades prisionais é para coibir a ação de grupos criminosos que tentam burlar controle do sistema penitenciário.

Após detectar a possibilidade de aproximação de pessoas nas muralhas que cercam unidades prisionais de Manaus para “atos ilícitos”, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) passou a reforçar a segurança nas áreas. O Departamento de Inteligência Penitenciária (Dipen) também obteve informações sobre supostos planos de fuga dos detentos.

De acordo com o secretário coronel Vinícius Almeida, o foco do reforço na segurança é nas muralhas que cercam o Complexo Antônio Jobim (Compaj), após “um trabalho de inteligência muito forte”. O pedido da secretaria é que pessoas evitem aproximação da área.

“Detectamos a possibilidade de pessoas se aproximarem das muralhas para atos ilícitos. então a gente determinou que patrulhas fossem realizadas no entorno, principalmente, do Compaj”, explicou o coronel em entrevista à CBN Amazônia.

Em nota, a Seap anunciou que está reforçando a segurança externa de todas as unidades prisionais para coibir a ação de grupos criminosos que tentam burlar o controle do sistema penitenciário.

O órgão desencadeou, em parceria com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM), a operação “Muralha”, com o fortalecimento da guarda armada nas unidades prisionais localizadas no ramal do km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista) e no Puraquequara.

As incursões policiais nas áreas de mata também foram intensificadas nos períodos diurno e noturno. “Estamos de prontidão e monitorando toda e qualquer tentativa de abalar a segurança do sistema prisional”, afirmou o secretário.

De janeiro a junho deste ano, a Seap interceptou três tentativas de arremessos de materiais proibidos para dentro de unidades prisionais em Manaus. A primeira ação foi registrada no mês de março na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). As outras ocorrências aconteceram somente neste mês no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).

“Os procedimentos de segurança estão em constante avaliação e novas providências são tomadas com base nas investigações que realizamos”, disse Vinícius Almeida.


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