Familiares e amigos se despedem de adolescente assassinada na Holanda em enterro em Manaus

Familiares e amigos se despedem de adolescente assassinada na Holanda em enterro em Manaus

Os familiares e amigos da amazonense Alice Vitória Oliveira de Albuquerque, de 15 anos, assassinada em Rotterdam, na Holanda, se despediram da jovem em enterro no cemitério São João Batista, em Manaus, na tarde deste domingo (23). Devido as medidas de prevenção ao novo coronavírus, apenas 10 familiares puderam participar do enterro. Os demais parentes e amigos prestaram as últimas homenagens para a jovem, que morava na Europa com a mãe e o padrasto há seis anos, na entrada do cemitério.

Alice Vitória foi assassinada com uma facada na nuca no dia 12 de agosto. Segundo a família, uma amiga da jovem, de 16 anos, é suspeita de cometer o crime. Além da jovem, a mãe e as duas irmãs mais velhas da suspeita também foram presas.

O corpo de Alice chegou em Manaus no fim da manhã do último sábado (22). Em seguida, os familiares e amigos se reuniram no velório da jovem, que aconteceu até a tarde deste domingo (23). O corpo seguiu para o Cemitério São João Batista, onde o enterro aconteceu.

Após o velório, o corpo de Alice saiu da Funerária São João Batista por volta de 16h. Os familiares e amigos seguiram pelas ruas do bairro Nossa Senhora das Graças, Zona Centro-Sul de Manaus até o cemitério, com uma faixa e gritos de Justiça por Alice.

Familiares e amigos seguiram pelas ruas do bairro Nossa Senhora das Graças, até o cemitério, com faixa e gritos de Justiça por Alice. — Foto: Patrick Marques/G1 AM

A amiga da família de Alice, Silvana Colares, de 45 anos, disse que os parentes e amigos sentiram muito a perda da adolescente, que, segundo ela, foi uma surpresa pela maneira que ela foi morta.

“Ela sempre foi uma criança que nunca fez mal a ninguém. Como alguém com tanto ódio consegue matar alguém como a Alice?! Foi uma covardia o que fizeram com ela. A gente quer Justiça. Esse caso não pode ficar impune. As autoridades brasileiras e holandesas não podem deixar esse caso morrer”, disse.


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